Belém foi a sede do encontro preparatório para o Encontro Norte da Juventude pelo Meio Ambiente, que acontecerá no mês de Julho de 2010, e para que tal encontro seja realizado com sucesso total na cidade de Palmas, no Tocantins, um grupo de jovens se reuniu em Belém para pensar os momentos essenciais do encontro. Foi lá que eu, tomei conhecimento do encontro das COM-VIDAS que seria realizado na ilha de Colares. Confesso que eu não estava animado para ir para o encontro, pois estava me organizando com um amigo para ir a uma outra cidade para um turismo mais pessoal. Porém, depois de muito
refletir e por perceber que não gostaria de estar longe dos amigos decidi ir até Colares para o referido encontro.
A viagem foi totalmente desconfortante, pois a empresa de transporte que nos levaria até a cidade, vendeu mais passagens do que a capacidade do ônibus, e portanto tivemos que nos equilibrar nos movimentos que o mesmo fazei na estrada, haja visto que, estavamos em pé por falta de ascento para que pudessemos descançar enquanto faziamos a viagem. Um dos momentos mais bonitos da viagem foi quando fizemos a atrevessia de balsa, já que o rio tinha uma coloração esverdeada, que muito lembrava o mar. E nós nem imaginavamos o que nos esperava ao chegar na cidade de Colares.
Ao chegar, eu tive a melhor visão da cidade que poderia imaginar, pois ao final da rua principal via-se uma pequena parte do mar infinito (ou seria rio infinito???), que ia se alargando a cada passo que davamos em direção ao centro paroquial, onde os pequenos jovens desta linda cidade estavam
reunidos, tratando de assuntos importantes e de pouca relevância para a maior parte da sociedade: O Planeta Terra, sua doença infidável e as possíveis formas de saLvá-lo.
Ao entrarmos nos Centro Paroquial, nos deparamos com adolescentes, que estavam discutindo como a COM-VIDA pode contribuir com a mitigação dos efeitos maléficos ao Ambiente e ao Planeta, frase esta a primeira que ouvi ao colocar os meus pés no centro, vindo de um filme que era cuidadosamente e curiosamente observada pelos jovens (e futuros CJ's).
Como estavam todos muito concentrados no filme, não me contive em correr à praia, escrever em letras bem garrafais: CJ: AC – RO – RR – AM – MT – MA – PA – AP – TO. Estados da Amazônia legal que estavam presentes no encontro preparatório que teria terminado um dia antes em Belém, e que contava com a presença de jovens dos estados acima citados para poder demonstrar ao Brasil, e de forma especial ao Planeta, que estamos aqui para juntos tentarmos salvar o que ainda resta de lindo desse lugar chamado Terra. E, é claro para registrar este momento com uma fotografia para aposteridade.
Ao retornar para o Centro Paroquial, os jovens estavam ouvindo a explanação da Diretora da Escola Sede, e ela dizia que a escola sempre estará de portas abertas para a comunidade e para que os jovens possam usar este espaço de educação e de transformação social para o trabalho daCOM-VIDA, do CJ ou algum outro trabalho que seja construtivo. Em seguida os CJ's presentes
foram apresentados pelo nosso amigo Jorge do CJ-PA, que nos chamou para que cada um pudesse falar algumas palavras encorajadoras a estes adolescentes, e eu fiquei muito emocionado ao vê-los todos me olhando com uma certa ansiedade e com entusiasmo. Eu disse logo de início, que eles
eram privilegiados por viverem em um lugar lindo e a beira mar, e que cada um deveria ter um sentimento de pertença muito particular e peculiar como e aquele lugar afrodisíaco. Que o ambiente em que vivemos só poderá ser melhor, se assim nós o fizermos e que assim como eu aqui no meio
da Floresta Amazônica, as vezes não me encanto com as árvores e somente percebo o valor das mesmas quando recebo uma pessoa de outra localidade, que para eles deveria ser muito estranho alguém de outro lugar falar que Colares é lindo e que tem que ser preservada e etc e tal. Mais que quando estamos longe de casa, é que sentimos realmente a saudade de nossas vidas, junto às árvores e ou à praia, independentemente de onde moramos ou estejamos.
Conversando com o professor que acompanha estes jovens adolescentes (infelizmente eu esqueci o nome do professor – problemas da idade), ele nos relatava que Colares está ardendo com as queimadas, que os moradores queimam somente pelo prazer de queimar e muitas vezes pela pura preguiça de recolher os detritos produzidos por eles mesmos em seus terrenos, casas e etc. Que muitas vezes é possível perceber as queimadas próximos às pedras ao redor da praia, e que nada é feito, por uma questão cultural. Dizem: É normal queimar, meu pai queimava, porque eu não posso queimar também? São pessoas como estas que acabam assinando o atestado de incompetência de nossa geração e eu não quero ser lembrado pelos meus filhos e principalmente pelos meus netos como o cara que poderia ter feito alguma coisa para proteger e para preservar e não fez nada por preguiça,
comodismo ou qualquer outro adjetivo que possa se enquadrar neste momento. É por isso que eu faço a minha parte, e espero ter podido ajudar de alguma forma estas pessoas lindas que conheci em Colares.
Ainda neste mesmo dia tive a grata oportunidade de participar de uma oficina com os jovens adolescentes de Colares sobre Comunicação, e quando da dinâmica de apresentação percebemos que os mesmos são meio tímidos, porém, percebi um potencial enorme em todos os presentes na oficina, por isso, gostaria muito de ter tempo suficiente para fazer um vídeo com eles utilizando à metodologia Cala a Boca Já Morreu de Educomunicação em Vídeo, porém, não foi possível, pois o mediador do grupo, Gilson do CJ-PA tinha preparado uma explanação de acordo com a realidade dos jovens, mesmo assim abriu um pouco do seu tempo para que pudéssemos tentar fazer o vídeo, porém, por conta do pouco tempo que tínhamos infelizmente não foi possível realizar tal vídeo.
Ainda á noite, estávamos jantando em uma lanchonete local quando descobri na verdade, porque os Paraenses falam tanto no Vatapá. Aqui em Rio Branco no Acre, nós, os acreanos comemos o vatapá como uma mistura junto a algum outro prato principal. No Pará, os paraenses comem o vatapá como prato principal acompanhando somente o arroz. Foi esta riqueza de culturas que me fez apaixonar ainda mais pelo meu Brasil, e espero que eu tenha de alguma forma contribuindo para que estas pessoas que passaram pela minha vida em tão pouco tempo tenham também se apaixonado por pouco que seja pelo seu país, por sua gente, e por sua cultura.
A volta para casa foi um misto de tristeza e alegria: Tristeza, porque não pude conhecer todos os lugares, todas as pessoas e toda a cultura do Pará, e alegre porque voltar pra casa naquele momento onde eu trazia muita experiência e a alegria de alguns jovens de colares, me dava mais força para trabalhar e para trazer novos CJ's para o Acre e para Rio Branco. Rio Branco faz agora no dia 28 de Dezembro - 127 anos de fundação, o CJ-AC faz em 2010 - 7 anos de atuação, eu faço no próximo mês de Março - 4 anos de CJ-AC e em Outubro faço 29 anos de idade. Todas estas datas me fazem lembrar que eu já não tenho mais 15 ou 20 anos e que, tenho que deixar novas pessoas tomarem
seus lugares para, como nós falamos aqui por estas terras, o CJ possa BOMBAR. Fico muito triste com esta constatação, porém, me deixa alegre saber que a juventude se renova sempre e que assim
como em Colares, aqui em Rio Branco vamos também ter renovação e empolgação a se espalhar por todo o Brasil.
Abraços Coletivos a todos que por ventura venham ler este texto. De um acreano que sonha ainda,que um outro mundo é SIM possível. Abreijos a todos os CJ-PA e a todos os jovens-adolescentes da
COM-VIDA de Colares.
“CJ aqui, CJ lá, CJ em qualquer lugar.”
Fábio Luiz
CJ-AC.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Sim, Chegou 2010.
Sim, 2010 chegou! Ou melhor, a contagem do tempo virou a sua página para um novo capítulo, um novo volume da biografia de cada um. Isto porque tempo não chega nem vai, mas escoa continuamente. A contagem do tempo é coisa da mente humana. O universo, especialmente o sistema solar, não tem portas por onde os astros passem pois a evolução sideral é contínua, sem referenciais daquilo que estipulamos chamar de tempo. Mas como na nossa mente existe essa sensação cronológica, aceitamos isso. E como vamos considerar essa partição? ... a idéia que vem é a de um começar de novo, como se fosse a execução de uma partitura musical, que tem um capo e uma coda (inicio e fim). Cada ano é como se fosse uma obra musical. Então, como será a partitura de nossas vidas cujo título será Sinfonia da minha vida em 2010? Acredito que a abertura esteja acontecendo nesses primeiros dias do calendário, delineando o tema principal, representado pela definição de nossas esperanças, nossos projetos, nossas metas, nossas expectativas. Acontecerão eventos que serão resultado de nossa vontade mas também ocorrerão fatos que independem de nosso desejo, alguns deles chamados acidentes de percurso. Alguns desses acidentes de percurso serão obstáculos para a realização de nossos projetos pessoais e de trabalho, tais como falta de recursos, enfermidades, interrupções de oportunidades etc. Para tanto devemos estar mais do que preparados. A vida não se desenvolve unicamente conforme o nosso querer, graças a Deus. Se assim fosse, haveriam muitos desastres, injustiças etc. O que precisamos ter em mente na execução dessa partitura entitulada de 2010 é a nossa fidelidade ao Senhor e o nosso respeito ao próximo na mesma medida como respeitamos a nós mesmos. Se voltarmos os olhos da memória para a "partitura" de 2009 podemos identificar as "notas" erradas que executamos e ficarmos mais atentos para a técnica de execução do nosso "instrumento musical", que é o conjunto formado pela nossas vontades e atitudes. Cuidado especial deveremos ter com uso da nossa língua, tanto a natural quanto a digital, conforme a recomendação expressa no livro Tiago na Bíblia Sagrada.
Que o Senhor nos reja na execução desse concerto!
Que o Senhor nos reja na execução desse concerto!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Bom Ano novo. 2010.
De repente, num instante fugaz as taças de champagne, se cruzam e o vinho(seja qual for a marca, o que importa mesmo é a alegria)borbulhante anuncia que o ano velho se foi e o ano novo chegou.
De repente, os olhos se cruzam, as mãos se entrelaçam e os seres humanos, num abraço caloroso, num só pensamento, exprimem um só desejo e uma só aspiração:
PAZ E AMOR.
De repente, não importa a nação, não importa a língua, não importa a cor, não importa a origem, porque todos são humanos e descendentes de um só Pai, os Homens lembram-se apenas de um só verbo: AMAR.
De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio, os Homens cantam uma só canção, um só hino, o hino da liberdade.
De repente, os Homens esquecem o passado, lembram-se do futuro venturoso, de como é bom viver.
De repente, os Homens lembram-se da maior dádiva que têm: A VIDA.
De repente, tudo se transforma e chega o ano radiante de esperança, porque só o homem pode alterar os rumos da vida.
De repente, o grito de alegria, pelo novo ano que aparece.
Bom Ano Novo
\o/
De repente, os olhos se cruzam, as mãos se entrelaçam e os seres humanos, num abraço caloroso, num só pensamento, exprimem um só desejo e uma só aspiração:
PAZ E AMOR.
De repente, não importa a nação, não importa a língua, não importa a cor, não importa a origem, porque todos são humanos e descendentes de um só Pai, os Homens lembram-se apenas de um só verbo: AMAR.
De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio, os Homens cantam uma só canção, um só hino, o hino da liberdade.
De repente, os Homens esquecem o passado, lembram-se do futuro venturoso, de como é bom viver.
De repente, os Homens lembram-se da maior dádiva que têm: A VIDA.
De repente, tudo se transforma e chega o ano radiante de esperança, porque só o homem pode alterar os rumos da vida.
De repente, o grito de alegria, pelo novo ano que aparece.
Bom Ano Novo
\o/
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Copenhague por: Leonardo Boff
Diante do texto que iremos apreciar, Leonardo Boff de forma clara e objetiva, esclarece porque é tão dificil mudar o nosso cotidiano.
Fica a esperança de organização da Sociedade para que Junt@s possamos quem sabe mudar a rotina?
-Uma jovem e talentosa atriz de uma novela muito popular, Beatriz
Drumond, sempre que fracassam seus planos, usa o bordão:”É a treva”.
Não me vem à mente outra expressão ao assistir o melancólico desfecho
da COP 15 sobre as mudanças climáticas em Copenhague: é a treva! Sim,
a humanidade penetrou numa zona de treva e de horror. Estamos indo ao
encontro do desastre. Anos de preparação, dez dias de discussão, a
presença dos principais líderes políticos do mundo não foram
suficientes para espancar a treva mediante um acordo consensuado de
redução de gases de efeito estufa que impedisse chegar a dois graus
Celsius. Ultrapassado esse nível e beirando os três graus, o clima não
seria mais controlável e estaríamos entregues à lógica do caos
destrutivo, ameaçando a biodiversidade e dizimando milhões e milhões
de pessoas.
O Presidente Lula, em sua intervenção no dia mesmo do encerramento, 18
de dezembro, foi a único a dizer a verdade:”faltou- nos inteligência”
porque os poderosos preferiram barganhar vantagens a salvar a vida da
Terra e os seres humanos.
Duas lições se podem tirar do fracasso em Copenhague: a primeira é a
consciência coletiva de que o aquecimento é um fato irreversível, do
qual todos somos responsáveis, mas principalmente os paises ricos. E
que agora somos também responsáveis, cada um em sua medida, do
controle do aquecimento para que não seja catastrófico para a natureza
e para a humanidade. A consciência da humanidade nunca mais será a
mesma depois de Copenhague. Se houve essa consciência coletiva, por
que não se chegou a nenhum consenso acerca das medidas de controle das
mudanças climáticas?
Aqui surge a segunda lição que importa tirar da COP 15 de Copenhague:
o grande vilão é o sistema do capital com sua correspondente cultura
consumista. Enquanto mantivermos o sistema capitalista mundialmente
articulado será impossível um consenso que coloque no centro a vida, a
humanidade e a Terra e se tomar medidas para preservá-las. Para ele
centralidade possui o lucro, a acumulação privada e o aumento de poder
de competição. Há muito tempo que distorceu a natureza da economia
como técnica e arte de produção dos bens necessários à vida. Ele a
transformou numa brutal técnica de criação de riqueza por si mesma sem
qualquer outra consideração. Essa riqueza nem sequer é para ser
desfrutada mas para produzir mais riqueza ainda, numa lógica obsessiva
e sem freios.
Por isso que ecologia e capitalismo se negam frontalmente. Não há
acordo possível.O discurso ecológico procura o equilíbrio de todos os
fatores, a sinergia com a natureza e o espírito de cooperação. O
capitalismo rompe com o equilíbrio ao sobrepor-se à natureza,
estabelece uma competição feroz entre todos e pretende tirar tudo da
Terra, até que ela não consiga se reproduzir. Se ele assume o discurso
ecológico é para ter ganhos com ele.
Ademais, o capitalismo é incompatível com a vida. A vida pede cuidado
e cooperação. O capitalismo sacrifica vidas, cria trabalhadores que
são verdadeiros escravos “pro tempore” e pratica trabalho infantil em
vários paises.
Os negociadores e os lideres políticos em Copenhague ficaram reféns
deste sistema. Esse barganha, quer ter lucros, não hesita em pôr em
risco o futuro da vida. Sua tendência é autosuicidária. Que acordo
poderá haver entre os lobos e os cordeiros, quer dizer, entre a
natureza que grita por respeito e os que a devastam sem piedade?
Por isso, quem entende a lógica do capital, não se surpreende com o
fracasso da COP 15 em Copenhague. O único que ergueu a voz, solitária,
como um “louco” numa sociedade de “sábios”, foi o presidente Evo
Morales: “Ou superamos o capitalismo ou ele destruirá a Mãe Terra”.
Gostemos ou não gostemos, esta é a pura verdade. Copenhague tirou a
máscara do capitalismo, incapaz de fazer consensos porque pouco lhe
importa a vida e a Terra mas antes as vantagens e os lucros materiais.
Texto: Leonardo Boff - Teólogo.
Fica a esperança de organização da Sociedade para que Junt@s possamos quem sabe mudar a rotina?
-Uma jovem e talentosa atriz de uma novela muito popular, Beatriz
Drumond, sempre que fracassam seus planos, usa o bordão:”É a treva”.
Não me vem à mente outra expressão ao assistir o melancólico desfecho
da COP 15 sobre as mudanças climáticas em Copenhague: é a treva! Sim,
a humanidade penetrou numa zona de treva e de horror. Estamos indo ao
encontro do desastre. Anos de preparação, dez dias de discussão, a
presença dos principais líderes políticos do mundo não foram
suficientes para espancar a treva mediante um acordo consensuado de
redução de gases de efeito estufa que impedisse chegar a dois graus
Celsius. Ultrapassado esse nível e beirando os três graus, o clima não
seria mais controlável e estaríamos entregues à lógica do caos
destrutivo, ameaçando a biodiversidade e dizimando milhões e milhões
de pessoas.
O Presidente Lula, em sua intervenção no dia mesmo do encerramento, 18
de dezembro, foi a único a dizer a verdade:”faltou- nos inteligência”
porque os poderosos preferiram barganhar vantagens a salvar a vida da
Terra e os seres humanos.
Duas lições se podem tirar do fracasso em Copenhague: a primeira é a
consciência coletiva de que o aquecimento é um fato irreversível, do
qual todos somos responsáveis, mas principalmente os paises ricos. E
que agora somos também responsáveis, cada um em sua medida, do
controle do aquecimento para que não seja catastrófico para a natureza
e para a humanidade. A consciência da humanidade nunca mais será a
mesma depois de Copenhague. Se houve essa consciência coletiva, por
que não se chegou a nenhum consenso acerca das medidas de controle das
mudanças climáticas?
Aqui surge a segunda lição que importa tirar da COP 15 de Copenhague:
o grande vilão é o sistema do capital com sua correspondente cultura
consumista. Enquanto mantivermos o sistema capitalista mundialmente
articulado será impossível um consenso que coloque no centro a vida, a
humanidade e a Terra e se tomar medidas para preservá-las. Para ele
centralidade possui o lucro, a acumulação privada e o aumento de poder
de competição. Há muito tempo que distorceu a natureza da economia
como técnica e arte de produção dos bens necessários à vida. Ele a
transformou numa brutal técnica de criação de riqueza por si mesma sem
qualquer outra consideração. Essa riqueza nem sequer é para ser
desfrutada mas para produzir mais riqueza ainda, numa lógica obsessiva
e sem freios.
Por isso que ecologia e capitalismo se negam frontalmente. Não há
acordo possível.O discurso ecológico procura o equilíbrio de todos os
fatores, a sinergia com a natureza e o espírito de cooperação. O
capitalismo rompe com o equilíbrio ao sobrepor-se à natureza,
estabelece uma competição feroz entre todos e pretende tirar tudo da
Terra, até que ela não consiga se reproduzir. Se ele assume o discurso
ecológico é para ter ganhos com ele.
Ademais, o capitalismo é incompatível com a vida. A vida pede cuidado
e cooperação. O capitalismo sacrifica vidas, cria trabalhadores que
são verdadeiros escravos “pro tempore” e pratica trabalho infantil em
vários paises.
Os negociadores e os lideres políticos em Copenhague ficaram reféns
deste sistema. Esse barganha, quer ter lucros, não hesita em pôr em
risco o futuro da vida. Sua tendência é autosuicidária. Que acordo
poderá haver entre os lobos e os cordeiros, quer dizer, entre a
natureza que grita por respeito e os que a devastam sem piedade?
Por isso, quem entende a lógica do capital, não se surpreende com o
fracasso da COP 15 em Copenhague. O único que ergueu a voz, solitária,
como um “louco” numa sociedade de “sábios”, foi o presidente Evo
Morales: “Ou superamos o capitalismo ou ele destruirá a Mãe Terra”.
Gostemos ou não gostemos, esta é a pura verdade. Copenhague tirou a
máscara do capitalismo, incapaz de fazer consensos porque pouco lhe
importa a vida e a Terra mas antes as vantagens e os lucros materiais.
Texto: Leonardo Boff - Teólogo.
sábado, 19 de dezembro de 2009
Gabriela e a COM-VIDA.
Cada momento e cada atividade, que vivenciamos em nossas vidas são de grande valia, pois, estes momentos nos proporcionam experiências maravilhosas!
BOM DIA!
BOOOM DIIIA!
BOOOOOOOOOOOM DIIIIIIIIIIIIIIIIIIA!
Por: Gabriela Almeida
Coletivo Jovem de Meio Ambiente de Roraima
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
COM-VIDA em Colares é Melhor ainda!
Nós costumamos fazer COM-VIDA's escolares, mas COM-VIDA em Colares é melhor ainda!!!
Rangel saiu com esta e eu pirei, achei o máximo e não paro de repitir: É AINDA MELHOR!!!
Quem diria que um território entre águas faria valer o nosso delocar, voar e sonhar...
Foi mais ou menos assim que me senti em Colares... sentido de decolar, descolar, de-colar em Colares e de me molhar todas as tardes no igarapé e no rio...
Mas conversar com os silêncios tímidos das chicas e chicos foi o melhor... Oteniel lá todo des-suleado e eu dando sinais pra ele sem saber se ele me respondia ou não... afinal eu estava sem minhas lentes, rss. Mas no final deu mais que certo... @s estudantes começaram a falar e proporem o que eles achavam que é melhor para sua localidade!
No final, após o relato, vamos até o local do Encontro apresentar a todos o que as COM-VIDA das três escolas podem fazer por Colares.
Um beijo para Anny, Cindy, Renatiane, Vanize, Gerciane e Gleiciany... a cartinha está saindo do forno!!!
Por: Amanda do Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Mato Grosso.
Rangel saiu com esta e eu pirei, achei o máximo e não paro de repitir: É AINDA MELHOR!!!
Quem diria que um território entre águas faria valer o nosso delocar, voar e sonhar...
Foi mais ou menos assim que me senti em Colares... sentido de decolar, descolar, de-colar em Colares e de me molhar todas as tardes no igarapé e no rio...
Mas conversar com os silêncios tímidos das chicas e chicos foi o melhor... Oteniel lá todo des-suleado e eu dando sinais pra ele sem saber se ele me respondia ou não... afinal eu estava sem minhas lentes, rss. Mas no final deu mais que certo... @s estudantes começaram a falar e proporem o que eles achavam que é melhor para sua localidade!
No final, após o relato, vamos até o local do Encontro apresentar a todos o que as COM-VIDA das três escolas podem fazer por Colares.
Um beijo para Anny, Cindy, Renatiane, Vanize, Gerciane e Gleiciany... a cartinha está saindo do forno!!!
Por: Amanda do Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Mato Grosso.
Liliane Gardin o Encontro e Colares.
O que vocês iram ler abaixo é um texto que foi produzido por Liliane Gardin -Cj/MT, onde a mesma declara suas impressões de sua visita ao município de colares para participar e colaborar com o Encontro de COM-VIDA's que aconteceu no dia 28 de novembro de 2009 no centro da cidade.
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Após uma noite intensa com gosto de reggae, as margens do grande rio, iluminado pela lua, no momento agora de manhã encontramos-nos de pé num ônibus lotado a caminho de Colares-PA, a cidadezinha conhecida pelas histórias de abduções por ETs. Atravessamos de balsa as Águas Salgadas de um rio que não me lembro o nome agora, seguimos mais trinta minutos e... Chegamos à pequena e bela Colares, onde acontecia o Encontro das COM-VIDAs que tinha como atuação o Projeto Cinema e Meio Ambiente na Escola. Conhecemos então a Orla, onde podia se ver barcos pesqueiros que iam e vinham, búfalos que se refrescavam na parte alagada e cheia de vegetação. Descemos então até a areia onde graficamente representamos os Estados pertencentes a Amazônia, logo banhávamos e trocávamos saberes. Participamos então das atividades que antecedia o almoço, a apresentação e breve mensagem dos Estados ali presentes e o fechamento pela dinâmica “mereketê” conduzida por Fábio – AC. Após o almoço nos dividimos em dois grupos, um deles ficaria em Colares e acompanharia as atividades com a COM-VIDA e outro, do qual fiz parte, iria para o Sitio Canto do Urutaí do Professor Eduardo, a tarde o primeiro iria se juntar a nós no sitio. Carregados com as mochilas e mais os alimentos que compramos nos mercadinhos do caminho, seguimos avante, para uma caminhada de pouco mais de uma hora, nas areias quentes do chão que pisávamos. No fim do percurso lá estávamos em meio à mata “e como foi difícil sentir mata ao longo das beiradas devastadas da estradinha” podia se sentir um misto de energias que emanava do ambiente, fomos recebidos pelos caseiros que ofereceram a casa do Professor para nos acolher. Após acomodados, fomos ao sitio vizinho, de Tereza, tomar banho de igarapé, “água gelada, espaço de rituais, pedras de diversas cores espalhadas pelo ambiente”, encontramos então um companheiro, do coletivo Aldeia da Paz, com quem conversamos sobre o sistema e o modelo econômico atual, o retrocesso das políticas brasileiras que ignorantemente caminha contra a vida que possuímos, a acomodação da massa diante da falta de informação, a necessidade de união e agregação as lutas. De volta ao ambiente de Eduardo, nos alimentamos e descansamos nas esteiras estendidas pela sala. Quando acordamos já era noite, recebemos então a noticia de que o outro grupo devido ao cansaço e falta de espaço para deixar as malas não iriam se juntar a nós, a expectativa de sentir a união coletiva, ali nos foi quebrada, o que causou um sentimento de mágoa na maioria presente, que movidos por este, se sentiram no direito de julgar umas e outras ações, enchendo o ambiente de energias ruins, mas que ao fim de tudo reconheceram a falha, logo Eduardo chegou acompanhado pelos moto-taxistas que os levaram até a cidade, onde nos hospedamos numa pousada onde os outros se encontravam. No dia seguinte, pela manhã com um querer muito grande de voltar as estas terras, nos despedimos e saímos em direção a Belém, de lá Aeroporto, de lá as lutas diárias de cada um, coletivo
Por: Liliane Gardin-Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Mato Grosso
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Após uma noite intensa com gosto de reggae, as margens do grande rio, iluminado pela lua, no momento agora de manhã encontramos-nos de pé num ônibus lotado a caminho de Colares-PA, a cidadezinha conhecida pelas histórias de abduções por ETs. Atravessamos de balsa as Águas Salgadas de um rio que não me lembro o nome agora, seguimos mais trinta minutos e... Chegamos à pequena e bela Colares, onde acontecia o Encontro das COM-VIDAs que tinha como atuação o Projeto Cinema e Meio Ambiente na Escola. Conhecemos então a Orla, onde podia se ver barcos pesqueiros que iam e vinham, búfalos que se refrescavam na parte alagada e cheia de vegetação. Descemos então até a areia onde graficamente representamos os Estados pertencentes a Amazônia, logo banhávamos e trocávamos saberes. Participamos então das atividades que antecedia o almoço, a apresentação e breve mensagem dos Estados ali presentes e o fechamento pela dinâmica “mereketê” conduzida por Fábio – AC. Após o almoço nos dividimos em dois grupos, um deles ficaria em Colares e acompanharia as atividades com a COM-VIDA e outro, do qual fiz parte, iria para o Sitio Canto do Urutaí do Professor Eduardo, a tarde o primeiro iria se juntar a nós no sitio. Carregados com as mochilas e mais os alimentos que compramos nos mercadinhos do caminho, seguimos avante, para uma caminhada de pouco mais de uma hora, nas areias quentes do chão que pisávamos. No fim do percurso lá estávamos em meio à mata “e como foi difícil sentir mata ao longo das beiradas devastadas da estradinha” podia se sentir um misto de energias que emanava do ambiente, fomos recebidos pelos caseiros que ofereceram a casa do Professor para nos acolher. Após acomodados, fomos ao sitio vizinho, de Tereza, tomar banho de igarapé, “água gelada, espaço de rituais, pedras de diversas cores espalhadas pelo ambiente”, encontramos então um companheiro, do coletivo Aldeia da Paz, com quem conversamos sobre o sistema e o modelo econômico atual, o retrocesso das políticas brasileiras que ignorantemente caminha contra a vida que possuímos, a acomodação da massa diante da falta de informação, a necessidade de união e agregação as lutas. De volta ao ambiente de Eduardo, nos alimentamos e descansamos nas esteiras estendidas pela sala. Quando acordamos já era noite, recebemos então a noticia de que o outro grupo devido ao cansaço e falta de espaço para deixar as malas não iriam se juntar a nós, a expectativa de sentir a união coletiva, ali nos foi quebrada, o que causou um sentimento de mágoa na maioria presente, que movidos por este, se sentiram no direito de julgar umas e outras ações, enchendo o ambiente de energias ruins, mas que ao fim de tudo reconheceram a falha, logo Eduardo chegou acompanhado pelos moto-taxistas que os levaram até a cidade, onde nos hospedamos numa pousada onde os outros se encontravam. No dia seguinte, pela manhã com um querer muito grande de voltar as estas terras, nos despedimos e saímos em direção a Belém, de lá Aeroporto, de lá as lutas diárias de cada um, coletivo
Por: Liliane Gardin-Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Mato Grosso
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Identidade de Colares

A história do município de Colares está estreitamente vinculada ao processo de configuração original e definitivo do município de Vigia. Nos seus registros históricos, há referência de que o povoado original encontrava-se assentado em território da nação dos índios Tupinambás, a mesma que foi colonizada pelos frades da Ordem Jesuíta, por volta do século XVII, o que veio a resultar na constituição do município de Vigia, no ano de 1693. Dessa forma, Colares manteve-se instalado no mesmo território em que foi fundado como povoado (até então área patrimonial do município de Vigia), a partir do qual, ao longo do tempo, evoluiu até chegar à categoria de Município.Nos trabalhos escritos por Palma Muniz e Theodoro Braga, encontram-se referências diretas sobre a história de Colares, a partir do ano de 1833, data esta em que o povoado que lhe deu origem foi elevado à categoria de vila. A elevação de Colares à Vila, determinação adotada pelo Conselho de Governo da Província, nas sessões realizadas de 10 a 17 de maio - deu-se em cumprimento à Lei que promovia uma nova organização aos municípios paraenses.Com base nessa Lei, a Vila de Colares foi reconhecida como município, passando a configurar o seu patrimônio territorial com terras desmembradas do município de Vigia.Com a criação dos Termos e Comarcas da Província do Pará, também em 1833, ficou Município de Colares constituindo o Termo de Vigia, compreendendo, além destes, o lugar conhecido por São Caetano, a Vila Nova dEl Rei, Porto Salvo e Penhalonga.Na categoria de Termo de Vigia, Colares não conseguiu se manter por muito tempo, pois, embora os mesmos autores não dêem referências maiores de natureza legal, afirmam que foi rebaixada, voltando a ostentar o título de Vila, novamente, em 1883, em cumprimento à Lei Provincial nº 1.152, promulgada em 4 de abril, abandonando sua condição antiga.Com a proclamação da República, um novo ordenamento administrativo e político foi estabelecido no estado e como resultado, o Governo Provisório, mediante o Decreto nº 119, promulgado no mês de março de 1890, criou o Conselho de Intendência Municipal para Colares.No ano de 1901, pelas disposições contidas na Lei nº 752, de 25 de fevereiro, o município de Colares foi extinto e seu patrimônio territorial foi anexado novamente ao do município de Vigia.Convém frisar que Colares, por essa mesma Lei, também perdeu a denominação de Distrito Judiciário. No ano de 1905, com o Decreto nº 1.388, de 21 de julho, foi promovida a divisão da sub-prefeitura de Colares em duas e ficou ratificada a sua condição de área sob influência da Comarca de Vigia.Em 29 de dezembro de 1961, através da Lei Estadual nº 2.460, Colares voltou a ganhar autonomia como Município ficando, dessa forma, desmembrado do município de Vigia.Hoje, conta com único distrito que leva o seu nome, constituindo-se a sede municipal.
*Aniversário da Cidade
Dia 29 de Dezembro.
*Características
Clima: Equatorial amazônico
Temperatura Média: 26º C
*Como Chegar
-Localização
Nordeste Paraense
-Limites
Ao Norte - Baia de Marajó e município de Vigia A Leste - Município de Vigia Ao Sul - Município de Santo Antonio do Tauá A Oeste - Baia do Marajó.
*Acesso Rodoviário
De Belém à Penha Longa através da PA-140 percorrendo-se 90 km(total) de automóvel chega-se a Balsa que possui travessia paga, os horários são: 6:00 h ás 21:00 h. Ainda existe a opção via rodoviária, utilizando-se a aviação Estrela do Mar ou a Van do Armando que saem diariamente do terminal rodoviário e do chapéu do Barata em São Braz(Belém) às 13:00 h respectivamente.
Fonte: Dominio
ferias.tur.br/informacoes/4608/colares-pa.html
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Penhalonga/Expressões
O projeto Cinema e Meio Ambiente durante todo o seu percurso teve seu desenvolvimento ligado direto e indiretamente a formação das Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida /COM-VIDA, onde desempenhava um papel fundamental diante da proposta do mesmo. Da qual durante sete meses intercalados de mês a mês de acordo com o cronograma feito para as atividades o coletivo jovem de meio ambiente pará sempre com muito carinho manteve seu apoio e deliberações perante as dinâmicas que o projeto executava. Em penhalonga a atividade não pode ser exercida(reforma da escola)...
O vilarejo que pertence ao município de Vigia localizada as margens do Rio Guajará Mirim, da qual o projeto atendeu em sua ultima etapa a Escola de Ensino Fundamental e Médio Penhalonga com filmes, amostra de fotografia, debates nas temáticas ambientais.Onde o protagonista da cena foi a comunidade que compareceu em peso no local disponibilizado para a execução do mesmo. Fica as lembranças desse lugar afixados em cada integrante que com muitas dificuldades mais acreditando na proposta, fizeram com que essa comunidade recebece de braços abertos tod@s.
Deixo registrado que a facilitação dessa COM-VIDA será preparada com muito carinho para que no proximo ano de 2010, o coletivo jovem como parceiro/facilitador volte ao vilarejo e seja agraciado com mentes e corações relutantes por uma penhalonga melhor.
O vilarejo que pertence ao município de Vigia localizada as margens do Rio Guajará Mirim, da qual o projeto atendeu em sua ultima etapa a Escola de Ensino Fundamental e Médio Penhalonga com filmes, amostra de fotografia, debates nas temáticas ambientais.Onde o protagonista da cena foi a comunidade que compareceu em peso no local disponibilizado para a execução do mesmo. Fica as lembranças desse lugar afixados em cada integrante que com muitas dificuldades mais acreditando na proposta, fizeram com que essa comunidade recebece de braços abertos tod@s.
Deixo registrado que a facilitação dessa COM-VIDA será preparada com muito carinho para que no proximo ano de 2010, o coletivo jovem como parceiro/facilitador volte ao vilarejo e seja agraciado com mentes e corações relutantes por uma penhalonga melhor.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Dinâmica de Vida da Vila de Penhalonga/Vigia-PA
A Penhalonga tem seu ritmo ao longo do Igarapé “Traquateua” onde data seu nascimento de
pequenos núcleos familiares há mais 100 anos,
chegando à vila e tendo seu nome em homenagem
a Santa Padroeira do lugar Nossa Senhora da Penha. O Igarapé Traquateua no tempo passado
era grande e bonito, funcionava como fonte d’água
(lavagem de roupa, banho e abastecimento de água
nas residências, etc.) E via de transporte para a
comunidade. O trabalho mostra também que a
abertura da rodovia PA-238 foi fundamental para o
crescimento de Penhalonga porque facilitou o
processo de entrada e saída na vila, contribuindo
de forma acelerada para o assoreamento do Igarapé
Traquateua, que, em função do estado de
degradação que se encontra hoje, está impróprio
para as atividades realizadas no passado, com
exceção do molho da mandioca.
pequenos núcleos familiares há mais 100 anos,
chegando à vila e tendo seu nome em homenagem
a Santa Padroeira do lugar Nossa Senhora da Penha. O Igarapé Traquateua no tempo passado
era grande e bonito, funcionava como fonte d’água
(lavagem de roupa, banho e abastecimento de água
nas residências, etc.) E via de transporte para a
comunidade. O trabalho mostra também que a
abertura da rodovia PA-238 foi fundamental para o
crescimento de Penhalonga porque facilitou o
processo de entrada e saída na vila, contribuindo
de forma acelerada para o assoreamento do Igarapé
Traquateua, que, em função do estado de
degradação que se encontra hoje, está impróprio
para as atividades realizadas no passado, com
exceção do molho da mandioca.
Fonte: ESTUDOS DE VIGIA: TRABALHOS CIENTÍFICOS SOBRE
MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Luiz Marconi Fortes Magalhães (Adaptado)
MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Luiz Marconi Fortes Magalhães (Adaptado)
Programação de Penha longa-Aconteceu.
Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Penha longa
Sessões de Cinema
Dias:19 à 21/10 para a comunidade de Penha longa
Hora: Programação noturna.
Local: Igreja Quadrangular
Oficina da Com-vida*
*A oficina será realizada em outro momento, quando a comunidade escolar estiver frequentando as aulas normais na escola.A mesma se encontra em reforma.
Sessões de Cinema
Dias:19 à 21/10 para a comunidade de Penha longa
Hora: Programação noturna.
Local: Igreja Quadrangular
Oficina da Com-vida*
*A oficina será realizada em outro momento, quando a comunidade escolar estiver frequentando as aulas normais na escola.A mesma se encontra em reforma.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Mudanças no Clima,Mudanças de Vidas.Documentário

Título: Mudança de Clima, Mudança de Vida: Como o aquecimento global já afeta o Brasil (2006)Direção: Greenpeace
Qualidade: DVDRip
Duração: 40 minTamanho: 90 M
Formato: RMVB
Áudio: Português
Legenda: Sem legenda.
O aquecimento global já deixou de ser assunto de ficção científica e tornou-se realidade. O planeta todo está sofrendo, inclusive o Brasil. Seca na Amazônia, desertificação no Nordeste, furacão e tornados no sul... Esses fenômenos climáticos extremos são claras evidências dos problemas causados pela queima irresponsável de combustíveis fósseis por automóveis, indústrias e usinas termoelétricas e pela destruição das florestas do mundo.
Ao Mestre com Carinho.

Um jovem professor enfrenta alunos indisciplinados, neste filme Clássico que refletiu alguns dos problemas e medos dos adolescentes dos anos 60. Sidney Poitier tem uma de suas melhores atuações como Mark Thackeray, um engenheiro desempregado que resolve dar aulas em Londres, no bairro operário de East End. A classe, liderada por Denham (Christian Roberts) Pamela (Judy Geeson) e Barbara (Lulu, que também canta a canção título) estão determinados a destruir Thackeray como fizeram com seu predecessor, ao quebrar-lhe o espírito. Mas Thackeray acostumado à hostilidade enfrenta o desafio tratando os alunos como jovens adultos que breve estarão se sustentando por conta própria. Quando recebe um convite para voltar a engenharia, Thackeray deve decidir se pretende continuar.
Informações Técnicas
Título no Brasil: Ao Mestre, Com Carinho
Título Original: To Sir, with Love
País de Origem: Inglaterra
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 105 minutos
Ano de Lançamento: 1967
Direção: James Clavell
Fonte: Estúdio/Distrib.: Sony Pictures
*Esse foi mais um filme que contagiou os varios momentos do Projeto Cinema e Meio Ambiente
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Projovem Urbano da Vigia

O projovem é uma proposta do governo federal, de inclusão de jovens de 18 a 30 anos que não concluiram o ensino fundamental e que ocorre em varios municípios do Brasil.Em vigia o Projovem urbano funciona em duas Escolas, na "Ester Nunes Bibas" e na "Nôemia Belém", tendo as disciplinas de Matématica,Portugues, Inglês, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e integrando a Qualificação Profissional e Participação Cidadã.
*ProJovem Urbano, que tem como finalidade elevar o grau de escolaridade visando ao desenvolvimento humano e ao exercício da cidadania, por meio da conclusão do ensino fundamental, de qualificação profissional e do desenvolvimento de experiências de participação cidadã.Constitui uma reformulação do ProJovem – Programa Nacional de Inclusão de Jovens.
da cidadania. Valendo-se do regime de alternância dos ciclos agrícolas, reorganiza o programa Saberes da Terra.
Base do Texto: Suellen Silva, Profª de Participação Cidadã.
Foto:Jorge Rodrigues
sábado, 10 de outubro de 2009
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