terça-feira, 8 de dezembro de 2009

COM-VIDA em Colares é Melhor ainda!

Nós costumamos fazer COM-VIDA's escolares, mas COM-VIDA em Colares é melhor ainda!!!

Rangel saiu com esta e eu pirei, achei o máximo e não paro de repitir: É AINDA MELHOR!!!
Quem diria que um território entre águas faria valer o nosso delocar, voar e sonhar...
Foi mais ou menos assim que me senti em Colares... sentido de decolar, descolar, de-colar em Colares e de me molhar todas as tardes no igarapé e no rio...
Mas conversar com os silêncios tímidos das chicas e chicos foi o melhor... Oteniel lá todo des-suleado e eu dando sinais pra ele sem saber se ele me respondia ou não... afinal eu estava sem minhas lentes, rss. Mas no final deu mais que certo... @s estudantes começaram a falar e proporem o que eles achavam que é melhor para sua localidade!
No final, após o relato, vamos até o local do Encontro apresentar a todos o que as COM-VIDA das três escolas podem fazer por Colares.
Um beijo para Anny, Cindy, Renatiane, Vanize, Gerciane e Gleiciany... a cartinha está saindo do forno!!!

Por: Amanda do Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Mato Grosso.

Liliane Gardin o Encontro e Colares.

O que vocês iram ler abaixo é um texto que foi produzido por Liliane Gardin -Cj/MT, onde a mesma declara suas impressões de sua visita ao município de colares para participar e colaborar com o Encontro de COM-VIDA's que aconteceu no dia 28 de novembro de 2009 no centro da cidade.


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Após uma noite intensa com gosto de reggae, as margens do grande rio, iluminado pela lua, no momento agora de manhã encontramos-nos de pé num ônibus lotado a caminho de Colares-PA, a cidadezinha conhecida pelas histórias de abduções por ETs. Atravessamos de balsa as Águas Salgadas de um rio que não me lembro o nome agora, seguimos mais trinta minutos e... Chegamos à pequena e bela Colares, onde acontecia o Encontro das COM-VIDAs que tinha como atuação o Projeto Cinema e Meio Ambiente na Escola. Conhecemos então a Orla, onde podia se ver barcos pesqueiros que iam e vinham, búfalos que se refrescavam na parte alagada e cheia de vegetação. Descemos então até a areia onde graficamente representamos os Estados pertencentes a Amazônia, logo banhávamos e trocávamos saberes. Participamos então das atividades que antecedia o almoço, a apresentação e breve mensagem dos Estados ali presentes e o fechamento pela dinâmica “mereketê” conduzida por Fábio – AC. Após o almoço nos dividimos em dois grupos, um deles ficaria em Colares e acompanharia as atividades com a COM-VIDA e outro, do qual fiz parte, iria para o Sitio Canto do Urutaí do Professor Eduardo, a tarde o primeiro iria se juntar a nós no sitio. Carregados com as mochilas e mais os alimentos que compramos nos mercadinhos do caminho, seguimos avante, para uma caminhada de pouco mais de uma hora, nas areias quentes do chão que pisávamos. No fim do percurso lá estávamos em meio à mata “e como foi difícil sentir mata ao longo das beiradas devastadas da estradinha” podia se sentir um misto de energias que emanava do ambiente, fomos recebidos pelos caseiros que ofereceram a casa do Professor para nos acolher. Após acomodados, fomos ao sitio vizinho, de Tereza, tomar banho de igarapé, “água gelada, espaço de rituais, pedras de diversas cores espalhadas pelo ambiente”, encontramos então um companheiro, do coletivo Aldeia da Paz, com quem conversamos sobre o sistema e o modelo econômico atual, o retrocesso das políticas brasileiras que ignorantemente caminha contra a vida que possuímos, a acomodação da massa diante da falta de informação, a necessidade de união e agregação as lutas. De volta ao ambiente de Eduardo, nos alimentamos e descansamos nas esteiras estendidas pela sala. Quando acordamos já era noite, recebemos então a noticia de que o outro grupo devido ao cansaço e falta de espaço para deixar as malas não iriam se juntar a nós, a expectativa de sentir a união coletiva, ali nos foi quebrada, o que causou um sentimento de mágoa na maioria presente, que movidos por este, se sentiram no direito de julgar umas e outras ações, enchendo o ambiente de energias ruins, mas que ao fim de tudo reconheceram a falha, logo Eduardo chegou acompanhado pelos moto-taxistas que os levaram até a cidade, onde nos hospedamos numa pousada onde os outros se encontravam. No dia seguinte, pela manhã com um querer muito grande de voltar as estas terras, nos despedimos e saímos em direção a Belém, de lá Aeroporto, de lá as lutas diárias de cada um, coletivo


Por: Liliane Gardin-Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Mato Grosso

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Identidade de Colares


A história do município de Colares está estreitamente vinculada ao processo de configuração original e definitivo do município de Vigia. Nos seus registros históricos, há referência de que o povoado original encontrava-se assentado em território da nação dos índios Tupinambás, a mesma que foi colonizada pelos frades da Ordem Jesuíta, por volta do século XVII, o que veio a resultar na constituição do município de Vigia, no ano de 1693. Dessa forma, Colares manteve-se instalado no mesmo território em que foi fundado como povoado (até então área patrimonial do município de Vigia), a partir do qual, ao longo do tempo, evoluiu até chegar à categoria de Município.Nos trabalhos escritos por Palma Muniz e Theodoro Braga, encontram-se referências diretas sobre a história de Colares, a partir do ano de 1833, data esta em que o povoado que lhe deu origem foi elevado à categoria de vila. A elevação de Colares à Vila, determinação adotada pelo Conselho de Governo da Província, nas sessões realizadas de 10 a 17 de maio - deu-se em cumprimento à Lei que promovia uma nova organização aos municípios paraenses.Com base nessa Lei, a Vila de Colares foi reconhecida como município, passando a configurar o seu patrimônio territorial com terras desmembradas do município de Vigia.Com a criação dos Termos e Comarcas da Província do Pará, também em 1833, ficou Município de Colares constituindo o Termo de Vigia, compreendendo, além destes, o lugar conhecido por São Caetano, a Vila Nova dEl Rei, Porto Salvo e Penhalonga.Na categoria de Termo de Vigia, Colares não conseguiu se manter por muito tempo, pois, embora os mesmos autores não dêem referências maiores de natureza legal, afirmam que foi rebaixada, voltando a ostentar o título de Vila, novamente, em 1883, em cumprimento à Lei Provincial nº 1.152, promulgada em 4 de abril, abandonando sua condição antiga.Com a proclamação da República, um novo ordenamento administrativo e político foi estabelecido no estado e como resultado, o Governo Provisório, mediante o Decreto nº 119, promulgado no mês de março de 1890, criou o Conselho de Intendência Municipal para Colares.No ano de 1901, pelas disposições contidas na Lei nº 752, de 25 de fevereiro, o município de Colares foi extinto e seu patrimônio territorial foi anexado novamente ao do município de Vigia.Convém frisar que Colares, por essa mesma Lei, também perdeu a denominação de Distrito Judiciário. No ano de 1905, com o Decreto nº 1.388, de 21 de julho, foi promovida a divisão da sub-prefeitura de Colares em duas e ficou ratificada a sua condição de área sob influência da Comarca de Vigia.Em 29 de dezembro de 1961, através da Lei Estadual nº 2.460, Colares voltou a ganhar autonomia como Município ficando, dessa forma, desmembrado do município de Vigia.Hoje, conta com único distrito que leva o seu nome, constituindo-se a sede municipal.

*Aniversário da Cidade
Dia 29 de Dezembro.
*Características
Clima: Equatorial amazônico
Temperatura Média: 26º C
*Como Chegar
-Localização
Nordeste Paraense
-Limites
Ao Norte - Baia de Marajó e município de Vigia A Leste - Município de Vigia Ao Sul - Município de Santo Antonio do Tauá A Oeste - Baia do Marajó.
*Acesso Rodoviário
De Belém à Penha Longa através da PA-140 percorrendo-se 90 km(total) de automóvel chega-se a Balsa que possui travessia paga, os horários são: 6:00 h ás 21:00 h. Ainda existe a opção via rodoviária, utilizando-se a aviação Estrela do Mar ou a Van do Armando que saem diariamente do terminal rodoviário e do chapéu do Barata em São Braz(Belém) às 13:00 h respectivamente.


Fonte: Dominio
ferias.tur.br/informacoes/4608/colares-pa.html

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Penhalonga/Expressões

O projeto Cinema e Meio Ambiente durante todo o seu percurso teve seu desenvolvimento ligado direto e indiretamente a formação das Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida /COM-VIDA, onde desempenhava um papel fundamental diante da proposta do mesmo. Da qual durante sete meses intercalados de mês a mês de acordo com o cronograma feito para as atividades o coletivo jovem de meio ambiente pará sempre com muito carinho manteve seu apoio e deliberações perante as dinâmicas que o projeto executava. Em penhalonga a atividade não pode ser exercida(reforma da escola)...
O vilarejo que pertence ao município de Vigia localizada as margens do Rio Guajará Mirim, da qual o projeto atendeu em sua ultima etapa a Escola de Ensino Fundamental e Médio Penhalonga com filmes, amostra de fotografia, debates nas temáticas ambientais.Onde o protagonista da cena foi a comunidade que compareceu em peso no local disponibilizado para a execução do mesmo. Fica as lembranças desse lugar afixados em cada integrante que com muitas dificuldades mais acreditando na proposta, fizeram com que essa comunidade recebece de braços abertos tod@s.

Deixo registrado que a facilitação dessa COM-VIDA será preparada com muito carinho para que no proximo ano de 2010, o coletivo jovem como parceiro/facilitador volte ao vilarejo e seja agraciado com mentes e corações relutantes por uma penhalonga melhor.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Dinâmica de Vida da Vila de Penhalonga/Vigia-PA

A Penhalonga tem seu ritmo ao longo do Igarapé “Traquateua” onde data seu nascimento de
pequenos núcleos familiares há mais 100 anos,
chegando à vila e tendo seu nome em homenagem
a Santa Padroeira do lugar Nossa Senhora da Penha. O Igarapé Traquateua no tempo passado
era grande e bonito, funcionava como fonte d’água
(lavagem de roupa, banho e abastecimento de água
nas residências, etc.) E via de transporte para a
comunidade. O trabalho mostra também que a
abertura da rodovia PA-238 foi fundamental para o
crescimento de Penhalonga porque facilitou o
processo de entrada e saída na vila, contribuindo
de forma acelerada para o assoreamento do Igarapé
Traquateua, que, em função do estado de
degradação que se encontra hoje, está impróprio
para as atividades realizadas no passado, com
exceção do molho da mandioca.
Fonte: ESTUDOS DE VIGIA: TRABALHOS CIENTÍFICOS SOBRE
MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Luiz Marconi Fortes Magalhães (Adaptado)

Programação de Penha longa-Aconteceu.

Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Penha longa


Sessões de Cinema
Dias:19 à 21/10 para a comunidade de Penha longa
Hora: Programação noturna.
Local: Igreja Quadrangular

Oficina da Com-vida*
*A oficina será realizada em outro momento, quando a comunidade escolar estiver frequentando as aulas normais na escola.A mesma se encontra em reforma.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Mudanças no Clima,Mudanças de Vidas.Documentário




Título: Mudança de Clima, Mudança de Vida: Como o aquecimento global já afeta o Brasil (2006)Direção: Greenpeace

Qualidade: DVDRip

Duração: 40 minTamanho: 90 M

Formato: RMVB

Áudio: Português

Legenda: Sem legenda.


O aquecimento global já deixou de ser assunto de ficção científica e tornou-se realidade. O planeta todo está sofrendo, inclusive o Brasil. Seca na Amazônia, desertificação no Nordeste, furacão e tornados no sul... Esses fenômenos climáticos extremos são claras evidências dos problemas causados pela queima irresponsável de combustíveis fósseis por automóveis, indústrias e usinas termoelétricas e pela destruição das florestas do mundo.